Simulação de phishing e engenharia social
Campanha de phishing não serve para provar que alguém clica — isso já sabemos. Serve para medir quanto tempo a sua organização leva para reconhecer, reportar e conter uma tentativa real.
Pretextos sob medida
Simulação com template genérico mede quase nada: o time aprende a reconhecer o template, não o ataque. Nossos pretextos são construídos a partir de reconhecimento do que está exposto sobre a sua empresa — o que um atacante real usaria.
Isso inclui o vocabulário interno que vaza em vagas de emprego, a estrutura de times visível em redes profissionais, fornecedores mencionados publicamente e o calendário de eventos do setor.
- Credential harvesting com página clonada e domínio verossímil.
- Cenários de bypass de MFA, incluindo fadiga de push e proxy de sessão.
- Anexos e documentos com pretexto de processo interno.
- Vishing e pretexting por telefone, quando incluído no escopo.
- Campanhas dirigidas a grupos específicos, como financeiro ou liderança.
O que medimos
A taxa de cliques é a métrica menos interessante da campanha. O que importa é o que aconteceu depois dela.
- Tempo até o primeiro reporte — o indicador que melhor prevê a contenção de um ataque real.
- Proporção entre quem reportou e quem interagiu, por área e por campanha.
- Se o reporte chegou ao canal certo e o que a equipe de resposta fez com ele.
- Quais controles técnicos bloquearam, alertaram ou deixaram passar.
- Evolução entre campanhas, que é onde o valor do programa aparece.
Como tratamos as pessoas
Uma campanha mal conduzida destrói confiança e ensina o time a esconder erros — o oposto do objetivo. Por isso operamos com regras firmes.
Resultados individuais não são usados para punição, e não entregamos ranking de quem clicou. O relatório trabalha com dados agregados por grupo; a identificação individual só existe quando necessária para orientar treinamento, e permanece com quem você definir.
Quem interage com a simulação recebe orientação imediata, no momento em que a lição é mais eficaz, com o que deveria ter chamado atenção naquele pretexto específico.
O que você recebe
- Relatório com métricas por comportamento e por grupo, sem exposição individual desnecessária.
- Análise dos pretextos que funcionaram e por quê, com os indicadores que passaram despercebidos.
- Avaliação dos controles técnicos que atuaram, ou deveriam ter atuado, em cada etapa.
- Recomendações para o canal de reporte e para o fluxo de resposta.
- Material de conscientização derivado dos cenários reais usados na sua campanha.
Quando faz sentido
- Como linha de base, antes de investir em um programa de conscientização.
- De forma recorrente, para medir evolução em vez de fotografar um momento.
- Antes de uma operação de red team, para calibrar o vetor de acesso inicial.
- Quando o setor da sua empresa está sob campanha ativa e você precisa saber onde está.
Perguntas frequentes
- Vocês entregam a lista de quem clicou?
- Por padrão, não. O relatório trabalha com dados agregados por grupo, porque campanha usada para punição ensina o time a esconder incidentes. Se a sua organização precisar de identificação individual para direcionar treinamento, isso é acordado antes e o acesso fica restrito a quem você definir.
- Precisamos avisar os funcionários?
- A organização autoriza formalmente a campanha, mas os destinatários não são avisados — do contrário não há o que medir. Recomendamos comunicar previamente que simulações fazem parte do programa de segurança, sem informar datas ou pretextos.
- Conseguem simular bypass de MFA?
- Sim. Trabalhamos com cenários de fadiga de push e de proxy de sessão, que são as técnicas em uso por adversários reais hoje. É especialmente útil para organizações que consideram o MFA um problema resolvido.
Descubra antes que eles descubram.
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