Red team e simulação de adversário

Red team não é um pentest mais longo. É uma operação dirigida a um objetivo — chegar a um ativo que importa — conduzida de forma furtiva, para responder uma pergunta que o pentest não responde: a sua defesa perceberia?

O que uma operação responde

O pentest mede a superfície. O red team mede a organização inteira: tecnologia, processo e as pessoas que operam os dois.

  • Quanto tempo levamos do acesso inicial até o objetivo, e por quantos saltos.
  • Quais das nossas ações geraram telemetria, quais geraram alerta e quais passaram em silêncio.
  • Em que ponto da cadeia a sua detecção teria interrompido um adversário real — e onde ela não teria.
  • Como o seu time responde na prática quando o alerta finalmente dispara.
  • Qual o raio de impacto real se o objetivo for alcançado.

Como operamos

Trabalhamos por objetivo, não por checklist. O escopo define o alvo e os limites; o caminho até ele é nosso problema, como seria para um adversário real.

A operação é silenciosa por padrão. Priorizamos técnicas que não disparam ruído desnecessário, cuidamos do perfil de rede e tratamos evasão de EDR como parte do ofício, não como truque. Cada ação relevante é cronometrada e registrada.

Nada disso é feito às cegas: existe um canal direto com o seu ponto de contato durante toda a operação, e critérios claros de parada. Furtivo em relação ao time de defesa não significa descontrolado em relação ao negócio.

Purple team

Quando faz sentido, a operação vira exercício conjunto: executamos uma técnica, o seu time observa o que apareceu (ou não apareceu) no SIEM e no EDR, e ajustamos a detecção ali mesmo.

É o formato mais rápido para elevar cobertura de detecção, porque fecha o ciclo entre ataque e regra no mesmo dia, em vez de esperar o relatório final.

O que você recebe

  • Linha do tempo completa da operação, com horário de cada ação relevante.
  • Mapeamento das técnicas usadas para MITRE ATT&CK, para você cruzar com a sua cobertura de detecção.
  • Análise de detecção — o que gerou telemetria, o que gerou alerta e o que passou em branco.
  • Evidência de impacto no objetivo alcançado, com os artefatos capturados.
  • Recomendações separadas por trilha: correção técnica, engenharia de detecção e processo de resposta.
  • Debrief com o time de defesa, percorrendo a operação do ponto de vista de quem atacou.

Quando faz sentido contratar

  • Quando você já corrige vulnerabilidades com constância e quer saber se conseguiria perceber um adversário dentro do ambiente.
  • Quando existe investimento em SOC, SIEM ou EDR e falta uma medida independente do retorno.
  • Quando a liderança precisa de uma resposta concreta para "estamos preparados?", em vez de uma lista de achados.
  • Antes ou depois de uma mudança estrutural — fusão, migração para nuvem, troca de stack de segurança.

Perguntas frequentes

Precisamos ter um SOC maduro para contratar?
Não. Trabalhamos tanto com times maduros, em formato purple team, quanto com organizações que ainda estão estruturando a defesa. O que muda é o objetivo do exercício e a profundidade da análise de detecção, não a possibilidade de fazê-lo.
Quanto tempo dura uma operação?
Operações de escopo completo variam de quatro semanas a alguns meses. O prazo depende do objetivo, do tamanho do ambiente e do nível de furtividade acordado — quanto mais silenciosa a operação, mais devagar ela anda.
Quem na nossa empresa fica sabendo da operação?
Apenas o grupo que você definir, normalmente restrito à liderança de segurança e ao patrocinador do projeto. O time de detecção e resposta não é avisado, porque a reação dele é justamente parte do que está sendo medido.

Descubra antes que eles descubram.

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